“Foi uma edição grudada na outra. Talvez por isso a ‘Fazenda de Verão’ não foi uma explosão de audiência”. É assim que Rodrigo Faro
tenta explicar a baixa repercussão da versão com anônimos do principal
reality da emissora. Em entrevista à jornalista Janaina Nunes, o
apresentador afirmou que fez o que disse que faria. “Avisei que seria eu
mesmo e não ia ficar fazendo discurso. Fico feliz que o público esteja
gostando da minha apresentação”, afirmou.
Sobre o cotidiano do confinamento, Rodrigo diz que vai sair da nova
experiência com coisas na bagagem. “Ocorreram brigas ao vivo, intrigas,
casal gay, desistência. Tudo mesmo. Foi um grande aprendizado”.
“Consegui dar minha cara ao programa, o meu DNA. Quando o bicho pega,
faço a egípcia e sigo em frente”, revela.
Quanto a audiência – “Fazenda de Verão” registra índices que não
passam dos 6 pontos de média na Grande São Paulo -, além de dar a
explicação que a sequência da realities não ajudou, Faro tenta mostrar o
lado positivo. “Temos sete cotas de patrocínio, deu muito lucro para a
Record e para o apresentador, claro. Nós estamos muito felizes”, afirma.
Tendo que se dividir entre a atração diária feita em Itu, interior de
São Paulo e “O Melhor do Brasil”, gravado nos estúdios da Record em São
Paulo, Rodrigo afirma que não haverá nenhum novo programa. Ou seja:
segundo ele, “A Hora do Faro” não existe. “Não é nada disso. Isso não
existe mesmo. Não tenho condições físicas para fazer outro programa”,
despista.
RD1

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